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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Morre a mulher que inspirou ‘Lucy in the sky with diamonds’ dos Beatles

A versão real da Lucy da música “Lucy in the sky with diamonds”, dos Beatles, morreu depois de uma longa batalha contra o lúpus.

A morte de Lucy Vodden aos 46 anos foi anunciada pelo St. Thomas' Hospital, em Londres, onde ela se tratava.

O hospital declarou nesta segunda-feira (28) que ela morreu após batalhar contra a doença por anos.

Vodden chamou a atenção de John Lennon quando Julian, filho do cantor, veio da escola para casa um dia com um desenho que ele dizia ser de “Lucy no céu com diamantes” (“Lucy in the sky with diamonds”, em inglês).

Lennon usou o desenho como inspiração na obra-prima da psicodelia, associada por muitos fãs ao uso de LSD.

Julian Lennon voltou a se encontrar com Vodden nos últimos anos ao saber que ela sofria da doença.

O lúpus é uma doença crônica onde o sistema imunológico ataca os próprios tecidos do paciente.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

McCartney já vislumbra (de longe) direitos autorais dos Beatles

Dentro de apenas nove anos, Paul McCartney vai ganhar outra bolada. Aos 67 anos, o ex-Beatle - cuja fortuna é estimada em 440 milhões de libras (US$ 737 milhões), segundo um artigo publicado em abril no semanário britânico "Sunday Times" - poderá começar a reivindicar os direitos autorais do lucrativo catálogo dos Beatles.

Ele e John Lennon, os principais compositores das canções dos FabFour, perderam o controle do catálogo mais cobiçado do mundo quando a banda se desfez. Eles continuaram a receber royalties pelas canções, mas perderam dinheiro ao longo dos anos nos negócios de licenciamento.

Quase todos os direitos sobre as canções dos Beatles foram adquiridos por Michael Jackson, e essas cerca de 250 músicas formam as joias da coroa da Sony/ATV Music Publishing, uma joint venture dividida igualmente entre Jackson e a Sony.

A lei norte-americana sobre direitos autorais, de 1976, deu aos compositores a possibilidade de retomar a fatia dos direitos autorais sobre trabalhos anteriores a 1978 depois de dois períodos consecutivos de 28 anos, ou seja, 56 anos. Isso significa que as composições dos Beatles registradas em 1962 estarão aptas a essa revisão em 2018 enquanto as criadas em 1970 se enquadrarão na lei em 2026.

Segundo uma cláusula da lei norte-americana sobre o copyright, herdeiros de compositores que tenham morrido nos primeiros 28 anos podem recuperar a parte dos direitos autorais das gravações no fim desse período. No caso de Lennon, que morreu em 1980, sua parte nas gravações do catálogo Lennon-McCartney para canções compostas em 1962 se tornou passível de reversão em 1990 enquanto as escritas em 1970 ficaram disponíveis em 1998.

Fontes dizem que a Sony/ATV firmou um acordo com a viúva de Lennon, Yoko Ono, antes das datas de reversão para manter sua fatia enquanto durarem os direitos autorais.

Na história das gravações dos Beatles, Lennon e McCartney perderam efetivamente o controle dos direitos sobre suas canções ainda quando o grupo existia em 1969, quando a Northern Songs, empresa criada seis anos antes somente para difundir suas composições, foi vendida para a ATV Music, do magnata britânico da mídia Lew Grade. A ATV depois passou para o bilionário australiano Robert Holmes e mais tarde, em 1985, para Jackson, que pagou US$ 47,5 milhões pela empresa.

Em 1995 a Sony formou a joint venture com Jackson.

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Mecha de cabelo de John Lennon é arrematada por US$ 48 mil

Uma mecha de cabelo de John Lennon foi vendida hoje por 24 mil libras (US$ 48 mil) em um leilão de artigos dos Beatles realizado em Worthing (Inglaterra).
O valor da mecha, arrematada por telefone por uma pessoa anônima na casa de leilões Gorringes, alcançou um preço oito vezes maior que o lance inicial, de 3 mil libras (US$ 6 mil)...

A mecha pertencia a Betty Glasow, uma cabeleireira dos Beatles que colecionou durante anos objetos relacionados ao grupo.
O cabelo, cuidadosamente guardado em um exemplar de A Spaniard in the Works, o livro de poesia que Lennon publicou em 1965, é acompanhado de uma nota na qual se lê: "A Betty, muito amor e cabelo. De John Lennon".
A ex-cabeleireira, que agora tem mais de 70 anos, recebeu o presente ao cortar as famosas franjas usadas pelos membros da banda no filme Os Reis do Iê Iê Iê (1964), dirigido por Richard Lester.
"Betty cortou suas franjas durante um tempo e eles (o quarteto) se afeiçoaram bastante a ela", afirmou Francesca Collin, porta-voz da Gorringes.
"É espantoso que ainda haja tanto interesse pelos Beatles e o leilão demonstra que John Lennon ainda é um ícone", disse Collin, ao ressaltar a "autenticidade" da mecha do músico, que foi assassinado há 27 anos.
"Coleções deste tipo são raras e o cabelo em particular é realmente algo extraordinário para os colecionadores dos Beatles", acrescentou.
Recentemente aposentada, Betty Glasow descobriu algumas curiosidades sobre o cabelo de alguns integrantes dos Beatles, como George Harrison (1943-2001), que, aparentemente, tinha um couro cabeludo muito seco.

Continua…